30 Motivos para abrir o seu negócio!

30 Motivos para abrir o seu negócio!

Algumas pessoas estão destinadas a ser empreendedoras. Desde o momento em que terminam os estudos, ou talvez até antes disso, essas pessoas estão ansiosas para começar um negócio e liderá-lo para o sucesso, e não vão parar por nada para tornar esse sonho uma realidade.

Para outros, abrir um negócio é uma noção assustadora e intimidante. Existem muitas incógnitas por perceber. Mas se estás a pensar em te tornar um empreendedor, não te esqueça de todos os benefícios que vêm junto com isso:

  1. Decide o teu próprio horário.
  2. Mais tempo livre (eventualmente). Passa mais tempo com a tua família e amigos. Mas atenção, só é aplicável depois de teres um negócio onde os teus funcionários conseguem lidar com a maioria das responsabilidades necessárias. Não aches que vais ter mais tempo livre até chegar a este ponto. Na verdade, espera ter muito menos.
  3. Dá as ordens. Ninguém mais vai definir as regras por ti.
  4. Define os teus próprios prazos.
  5. Vende como desejas vender. Internet? Em pessoa? Inbound? Outbound? A decisão é tua.
  6. Cria o teu próprio ambiente. Podes definir a formalidade e a cultura da tua organização.
  7. Persegue a tua paixão. Tu podes fazer o que te deixa feliz.
  8. Cria algo do zero. Vê a tua organização a crescer do início ao fim.
  9. Conhece novas pessoas. Networking com outros empresários e profissionais.
  10. Forma uma equipa. Tu decides quem contratar e quem trazer para a tua empresa.
  11. Cria empregos. Melhora a economia com novas oportunidades de emprego.
  12. Ajuda as pessoas. Usa produtos e serviços para melhorar a vida das pessoas.
  13. Investe em ti mesmo. Tu assumes o risco e receberás as recompensas.
  14. Ganha mais dinheiro. Se quiseres um aumento de salário, podes dar a ti mesmo.
  15. Independência financeira.
  16. Novos desafios todos os dias. Encontra novas maneiras de estimular a tua mente.
  17. Cria um ativo. Dá a ti mesmo algo que possa ser vendido para proteger as tuas apostas.
  18. Conecta-te com os teus clientes. Cria conexões pessoais reais.
  19. Delegar tarefas chatas. Não faças nada que não queiras.
  20. O poder de dar. Ter o poder e a flexibilidade para doar tempo ou dinheiro para causas nobres.
  21. Envolve-te na comunidade. Participa ativamente na tua zona.
  22. Melhora o teu setor. Impulsiona o teu setor com novas inovações e ideias.
  23. Torna-te um mentor. Usa o teu conhecimento e experiência.
  24. Aprende mais.
  25. Trabalha onde queres. Trabalha em casa, no escritório ou na praia, se assim o escolheres.
  26. Vais ser reconhecido. Começa a ganhar reconhecimento de nome e constrói uma reputação.
  27. Faz as coisas mais rápido. Define as tuas próprias taxas de eficiência.
  28. Constrói uma marca pessoal. Aproveita o tempo para desenvolvera tua marca pessoal e vincula-a à do teu negócio.
  29. Inspira outros. Serve de exemplo para outras pessoas seguirem os seus sonhos.
  30. Reduz o deslocamento diário. Encontra um escritório mais perto de tua casa.
Abrir uma Empresa

Abrir uma Empresa

1 – Plano de Negócios

Abrir uma empresa? Difícil? Nem por isso, antes de mais, deves pensar e colocar a tua ideia de negócio por escrito, ou seja, fazer um plano de negócios. Este é o provavelmente o documento mais interessante e importante de se ter.

O Plano de Negócio vai permitir verificar a viabilidade da tua ideia de negócio e, assim, minimizar os riscos. Além disso é importante para te ajudar a encontrar possíveis investidores, caso não tenhas capitais próprios suficientes para suportar o total do investimento.

As principais informações que deves colocar no documento são:

  • Nome e dados da empresa
  • Visão, Missão e Valores
  • Mercado de Atuação,
  • Plano de execução do projeto empresarial,
  • Objetivos a cumprir,
  • Estratégia comercial,
  • Previsões financeiras,
  • Recursos humanos

 

Precisas de ajuda para estruturar o teu plano de negócios? Somos uma empresa de consultoria que ajuda em todo o processo de abertura de empresa, podes visitar a nossa página de serviços e agendar uma 1ª reunião de forma completamente gratuita.

2 – Financiamento

Precisas de financiamento para iniciar uma empresa. Sabias que algumas startups acabam por fechar prematuramente por falta de financiamento?

Se não consegues financiar o teu negócio unicamente com capitais próprios, a solução é recorrer ao financiamento.

Existem diferentes opções disponíveis para obter o capital de que precisas:

Financiamento bancário – Através de uma negociação com a banca, e demonstrando a viabilidade da tua ideia de negócio, pode ser concedido um empréstimo. (Nunca a 100%, vá lá, tens que acreditar no teu negócio para os outros acreditarem também, não é?)

Business angels – São investidores com experiência na área de gestão que ajudam ao nascimento e crescimento de boas ideias de negócio. Como? Contribuindo com capital e know how.

Capital de risco-  Esta é outra forma de investimento empresarial. Constitui uma das principais fontes de financiamento para jovens empresas, startups e investimentos de risco com elevado potencial de rentabilização.

3 – Tipo de empresa

E agora que tipo de empresa devo constituir?  Há vantagens e desvantagens associadas a qualquer um dos cenários. Deves escolher a forma jurídica mais indicada para o teu caso!

Se optares por abrir uma empresa de forma individual, existem três opções:

  • Empresário em nome individual;
  • Sociedade unipessoal por quotas;
  • Estabelecimento individual de responsabilidade limitada.

Caso prefiras constituir a tua empresa de forma coletiva, existem as seguintes possibilidades.

  • Sociedade por quotas;
  • Sociedade anónima;
  • Sociedade em nome coletivo;
  • Sociedade em comandita;

4 – Como abrir a minha empresa?

Em Portugal, podes tratar de todos os procedimentos ligados à criação de uma empresa de uma forma simples e rápida, só tens que escolher se queres online ou presencial.

Podes fazê-lo online ou presencialmente.

Como abrir presencialmente?

Queres abrir uma sociedade unipessoal por quotas, sociedade por quotas ou sociedade anónima?

A forma mais fácil de o fazer presencialmente é através dos balcões “Empresa na Hora”. Pode tratar de tudo em menos de 60 minutos.

No momento da constituição da empresa todos os futuros sócios devem estar presentes no local. Se algum deles não puder comparecer, deve fazer-se representar por outra pessoa (o procurador). Nesse caso, é necessário apresentar uma procuração.

Nome da empresa:

Chegado ao balcão “Empresa na Hora”, deves começar por escolher o nome da empresa.

Podes aceitar um dos nomes que integram esta lista ou optar pela aprovação automática de uma denominação composta pelos nomes dos sócios (por exemplo: “João & Peixoto”).

Ainda podes dar uma designação diferente à tua empresa, é possível se levares consigo um Certificado de Admissibilidade passado pelo Registo Nacional de Pessoas Coletivas do IRN – Instituto dos Registos e do Notariado.

 Pacto social

Depois de escolheres o nome da empresa, é altura de selecionar um dos pactos sociais pré-aprovados disponíveis no portal da “Empresa na Hora”.

TOC

É preciso ainda designar um Técnico Oficial de Contas (TOC). Em alternativa, podes entregar a declaração de início de atividade assinada pelo TOC que escolher junto de qualquer serviço das Finanças. Tens um prazo de 15 dias após a constituição da empresa para o fazer.

Capital social

O processo fica concluído com o depósito do valor do capital social numa conta bancária aberta em nome da empresa no prazo de cinco dias úteis após a constituição. Se preferires, pode entregar o valor do capital social nos cofres da empresa até ao final do primeiro exercício económico. Isto, claro, se o capital social for realizado em dinheiro.

Documentos necessários

Na hora de criar a empresa é necessário que os sócios ou procuradores apresentem um documento de identificação (Cartão de Cidadão, Bilhete de Identidade, passaporte ou autorização de residência) e indicar o Número de Identificação Fiscal (NIF).

Valor a pagar

O custo do processo de criação da empresa no balcão “Empresa na Hora”, atualmente, é de 360 euros. Um valor que terá de ser pago no momento da constituição.

Após o pagamento, receberá de imediato:

  • Pacto Social;
  • Código de acesso à Certidão Permanente de Registo Comercial, pelo prazo de três meses;
  • Código de acesso ao cartão eletrónico da empresa;
  • Número de segurança social da empresa.

Posteriormente, será enviado o Cartão da Empresa para a morada da sede da sociedade ou do sócio, gerente ou de outro representante.

Como abrir uma empresa online

É possível criar uma empresa sem sair do conforto do lar ou da azáfama do escritório, através da internet. Pode fazê-lo usando o serviço “Empresa Online”, disponível no Balcão do Empreendedor, no Portal do Cidadão. No entanto, para utilizar este serviço, todos os sócios devem ter Cartão de Cidadão e Assinatura Digital ativa. Ou, em alternativa, o Certificado Digital, caso seja feito por advogado, notário ou solicitador.

Através da “Empresa Online”, é possível constituir sociedades anónimas, por quotas ou unipessoais por quotas.

Os procedimentos, documentos necessários e custos para criar uma empresa na “Empresa Online” são semelhantes aos na “Empresa na hora”.

Não se esqueça de fazer o registo de beneficiário efetivo

No prazo de 30 dias a contar da constituição da empresa deve fazer o registo de beneficiário efetivo no Registo Central de Beneficiário Efetivo.

Sempre que existam alterações das informações que constam no registo, estas têm de ser atualizadas no prazo de 30 dias a contar do facto que as originam.

5- Apoios do Estado

Existem muitos apoios para te ajudar na criação da tua empresa, ficam aqui alguns deles:

Temos ajudado vários empreendedores a iniciar os seus projetos, construindo um plano de negócio, fazendo o estudo de viabilidade, a optimização fiscal da empresa, constituição e domiciliação da mesma. Se precisa de um plano de negócios para iniciar ou aprimorar o seu negócio, fale connosco!

 

Alojamento local, como iniciar?

Alojamento local, como iniciar?

Um dos negócios que está na moda para 2021 é o Alojamento Local. Este tipo de alojamento turístico é muito procurado pelos turistas que visitam o nosso país. Assim, muitos empreendedores começaram a apostar neste negócio.

Saiba como iniciar a exploração de um estabelecimento de alojamento local – moradia, apartamento, estabelecimentos de hospedagem, quartos.

Comecemos por uma definição geral de Alojamento Local

Um estabelecimento de alojamento loca é um estabelecimento que presta serviços de alojamento temporário, nomeadamente a turistas, mediante um pagamento, desde que não reúna os requisitos para ser considerado empreendimento turístico.

E como funciona o Registo?

É efetuado mediante comunicação prévia com prazo no Balcão Único Eletrónico, que confere a cada pedido o número de registo do estabelecimento de alojamento local, no caso de não se verificar oposição por parte da câmara municipal competente (no prazo de 10 dias ou, no caso do hostel, de 20 dias). Para isso são necessárias algumas informações como:

  • Autorização de utilização ou título de utilização válido do imóvel
  • Identificação do titular da exploração do Alojamento Local, com nome do titular e número de identificação fiscal
  • Endereço do titular da exploração do Alojamento Local
  • Nome do Alojamento Local e o seu endereço
  • Capacidade do Alojamento Local (nº de quartos, camas ou hóspedes)
  • Data pretendida de abertura do Alojamento Local
  • Nome, morada e número de telefone de uma pessoa a contactar em situação de emergência

Juntamente com estas informações são necessários alguns documentos como: A cópia do documento de identificação do titular da exploração do Alojamento Local, ou em caso de sociedade é necessário a indicação do código de acesso à certidão permanente do registo comercial; Um termo de responsabilidade do titular da exploração do Alojamento Local, para assegurar a aptidão do edifício ou da fração autónoma para a prestação de serviços de alojamento e que cumpra toda as normas legais e regulamentares necessárias; Uma cópia simples da caderneta predial urbana referente ao imóvel, no caso se for proprietário do imóvel; Uma cópia simples do contrato de arrendamento, caso não conste no contrato, de forma a clarificar autorização de prestação de serviços de alojamento ou de subarrendamento; Uma cópia simples da declaração de início ou alteração de atividade do titular da exploração do Alojamento Local.

Abertura da Atividade

Qual a finalidade?

Permite o registo dos estabelecimentos de alojamento local (AL).

Este registo é condição necessária e obrigatória à exploração de estabelecimento de alojamento local.

Consideram-se «estabelecimentos de alojamento local» aqueles que prestem serviços de alojamento temporário mediante remuneração e que reúnam os requisitos legais.

Os estabelecimentos de alojamento local podem integrar-se numa das seguintes modalidades:

  1. Moradia – estabelecimento de alojamento local cuja unidade de alojamento é constituída por um edifício autónomo, de caráter unifamiliar;
  2. Apartamento – estabelecimento de alojamento local cuja unidade de alojamento é constituída por uma fração autónoma de edifício ou parte de prédio urbano suscetível de utilização independente;
  3. Estabelecimentos de hospedagem – estabelecimento de alojamento local cujas unidades de alojamento são constituídas por quartos. Esta modalidade integra o «Hostel».
  4. Quartos – a exploração de alojamento local feita na residência do titular (correspondente ao seu domicílio fiscal) quando a unidade de alojamento seja o quarto e estes não sejam em número superior a três.

Para abrir atividade de prestação de serviços de alojamento precisa de se dirigir a um balcão das finanças ou na internet no Portal das Finanças. Para um Alojamento Local precisa de abrir atividade nos CAEs 55 201 (Alojamento mobilado para turistas) ou 55 204 (Outros locais de alojamento de curta duração) e ativar aquisição intracomunitária, se quiser arrendar o seu Alojamento Local nos sites internacionais como o Booking ou Airbnb.

Requisitos gerais

Um imóvel para estar apto para Alojamento Local precisa de cumprir algumas restrições, como:

  • Apresentar condições apropriadas de conservação e funcionamento das instalações/equipamentos
  • Estar ligado à rede pública de abastecimento de água
  • Estar ligado à rede pública de esgotos
  • Estar dotado de água corrente quente e fria
  • Dispor de um sistema de segurança que garanta privacidade
  • Reunir sempre condições de higiene e limpeza
  • Cumprir regras de segurança contra riscos de incêndio
  • Afixação, no exterior a beira da entrada principal, uma placa identificativa de Alojamento Local
  • Dispor Livro de Reclamações
  • Ter janelas que assegure as adequadas condições de ventilação
  • Estar dotada a nível de mobiliário, equipamento e utensílios
  • Dispor um sistema que permita vedar a entrada de luz exterior
  • Dispor portas equipadas com sistema de segurança

Se o estabelecimento de Alojamento Local tiver uma capacidade inferior a 10 hóspedes, para além dos requisitos anteriormente mencionado, terá que ter ao dispor dos utentes extintor e manta de incêndio, equipamento de primeiros socorros e indicação do número nacional de emergência.

SEF

Após abrir um estabelecimento de Alojamento Local, necessita de se inscrever no Serviço de Estabelecimento e Fronteiras (SEF), através do Sistema de Informação de Boletins de Alojamento (SIBA). Assim, sempre que arrendar o imóvel aos hóspedes de outras nacionalidades, mesmo de nacionalidades europeias, terá que comunicar ao SEF a sua entrada e saída, devido à legislação de Estrangeiros.